Resumo Canto I

No canto I, Luís de Camões faz uma introdução ao seu poema, seguindo a estrutura das epopeias clássicas que lhe serviram de inspiração (Ilíada e Odisseia de Homero e Eneida de Virgílio).

Assim, na Proposição (est. 1-3) é indicada a intenção do poema: celebrar os feitos lusitanos, navegações e conquistas.

Em seguida, na Invocação (est. 4-5), o Poeta pede inspiração às Ninfas do Tejo para escrever o seu poema épico.

Fiel à estrutura clássica, segue-se a Dedicatória (est. 6-18), na qual o Poeta dedica a sua obra ao rei D. Sebastião.

Terminada a introdução do poema, dá-se, finalmente, início à Narração (a partir da est. 19). Surge, então, o episódio do Consílio dos Deuses no qual se discute o futuro dos Portugueses (viagem para a Índia). A favor, estão Júpiter, Marte e Vénus que será a fiel aliada da armada portuguesa ao longo de toda a epopeia; contra, está Baco que de imediato inicia uma série de hostilidades contra os Portugueses, tentando impedi-los de chegarem à Índia, utilizando gente africana que lhes arma ciladas. Esta oposição Vénus / Baco vai, pois, ser uma constante ao longo do poema, gerando variadas situações de perigo que serão prontamente resolvidas por Vénus.

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